USUÁRIO
SENHA
PLENIT Delivery
O PLENIT Delivery consiste em aplicar o resultado final obtido do PLENIT Adviser e também em prover toda a inteligência na aquisição da tecnologia necessária para implementação de um item específico de cada pilar.
Tem como objetivo aplicar as etapas em uma implementação de maneira estruturada para garantir o melhor uso de tecnologias, tempo e custo, dentro de um planejamento, programação, execução, monitoramento e avaliação bem definidos.
Este serviço é feito por intermédio de uma apresentação do escopo detalhada de todas as etapas a serem executadas para a implementação do PLENIT Adviser, contemplando as possíveis soluções necessárias.
Gestão de Projetos
Itens de Delivery
> Reuniões
> Escopo
> Implementação
> Documentação
>
Consiste em gerir todo e qualquer tamanho de projeto dentro dos assuntos abordados nos pilares da Gestão da Informação.
>
O objetivo é garantir ao cliente que o gap existente do cenário atual para o proposto seja implementado de acordo com o diagnóstico dado pelo PLENIT Adviser.
Gestão de Licenciamento
Itens de Delivery
>
Investimentos para a aquisição e renovação de software e/ou hardware
>
>
Consiste em apresentar o melhor desenho do cenário de renovação ou aquisição de hardware e/ou software.
O objetivo é manter a empresa dentro da legalidade e proporcionar o melhor em termos de hardwares e/ou softwares, dando sustentabilidade aos projetos realizados.
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CIOs devem aprender a lidar com priorização dos projetos
Apenas uma em cada dez organizações apresenta regras claras para analisar quais as iniciativas de TI devem ser priorizadas ou postergadas. O que cria uma dificuldade para os líderes da área.
Alinhar os objetivos do negócio às ações de TI e, então, priorizar a execução dos projetos estratégicos para a companhia ainda é um desafio para os gestores de tecnologia.
Processos estruturados de comparação entre as iniciativas dão aos líderes de tecnologia os subsídios necessários para que identifiquem quais projetos trarão mais valor à organização e classifiquem-nos como estratégicos, urgentes, obrigatórios e adiáveis.
Além disso, as políticas de análise da viabilidade de projetos acabam com questões particulares que, muitas vezes, influenciam as iniciativas corporativas.
Por que esses processos não são comuns nas empresas? Simplesmente porque a maioria das lideranças não está interessada em colocá-los em prática.
A classificação dos projetos deve ser revista constantemente e pressupõe a integração do gestor de TI com as outras áreas de negócio, com o intuito de entender as reais necessidades da organização como um todo e programar como o departamento de tecnologia pode contribuir.
Apenas uma em cada dez organizações apresenta regras claras para analisar quais as iniciativas de TI devem ser priorizadas ou postergadas. O que cria uma dificuldade para os líderes da área.
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Processos estruturados de comparação entre as iniciativas dão aos líderes de tecnologia os subsídios necessários para que identifiquem quais projetos trarão mais valor à organização e classifiquem-nos como estratégicos, urgentes, obrigatórios e adiáveis.
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Por que esses processos não são comuns nas empresas? Simplesmente porque a maioria das lideranças não está interessada em colocá-los em prática.
A classificação dos projetos deve ser revista constantemente e pressupõe a integração do gestor de TI com as outras áreas de negócio, com o intuito de entender as reais necessidades da organização como um todo e programar como o departamento de tecnologia pode contribuir.